Acabei a leitura d'As Benevolentes de Jonathan Littell no fim-de-semana. Estou atordoado! As 1400 páginas do livro andaram comigo por todo o lado; quando podia submergia na pele de Maximilian Aue, oficial SS protagonista do livro. As memórias (ficcionadas!) do militar, ao longo do livro, vão dando consistência à tese que é formulada logo nas primeiras páginas: qualquer um de nós, se calhasse viver nas circunstâncias da Alemanha nazi, acabaria por ter uma existência semelhante às dos cidadãos alemães, feitos soldados e oficiais na deriva de Hitler.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Acabei a leitura d'As Benevolentes de Jonathan Littell no fim-de-semana. Estou atordoado! As 1400 páginas do livro andaram comigo por todo o lado; quando podia submergia na pele de Maximilian Aue, oficial SS protagonista do livro. As memórias (ficcionadas!) do militar, ao longo do livro, vão dando consistência à tese que é formulada logo nas primeiras páginas: qualquer um de nós, se calhasse viver nas circunstâncias da Alemanha nazi, acabaria por ter uma existência semelhante às dos cidadãos alemães, feitos soldados e oficiais na deriva de Hitler.
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